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Após 11 medalhas no ODESUR, tiro esportivo brasileiro mira CAT e pan-americanos 2027

Por Equipe Alfa CAC 04/11/2026

O Tiro Esportivo brasileiro encerrou sua participação nos Jogos Sul-Americanos ODESUR 2026, em Santa Fé, Argentina, com um expressivo total de 11 medalhas: um ouro, cinco pratas e cinco bronzes. Entre os destaques, a dupla Leonardo Lustoza e Camilla Cosmoski conquistou o título na Fossa Olímpica Mista, marcando mais um passo na preparação dos atletas para os desafios do ciclo olímpico.

Olhar do presidente da CBTE

Para Jodson Edington, presidente da Confederação Brasileira de Tiro Esportivo (CBTE), os Jogos Sul-Americanos são fundamentais na jornada internacional dos atletas. Eles oferecem uma oportunidade crucial para avaliar o desempenho técnico, físico e mental da equipe, além de reunir os Comitês Olímpicos da América do Sul, reforçando sua importância no calendário esportivo continental.

Próximos desafios e classificação para o Pan 2027

O desempenho em Santa Fé serve como um importante balizador para a sequência da temporada. Os próximos compromissos internacionais incluem o Campeonato Sul-Americano da modalidade, em outubro, e o XV Campeonato das Américas (CAT), que ocorrerá em novembro, em Lima, no Peru. O CAT terá peso direto na disputa por vagas para os Jogos Pan-Americanos de 2027, também previstos para a capital peruana. Os Jogos Pan-Americanos, por sua vez, concederão uma vaga por modalidade para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028.

Jodson Edington ressalta a importância de intensificar os trabalhos: “O ODESUR foi uma preparação muito importante. Agora precisamos trabalhar ainda mais, porque a CAT reúne atletas de todos os países das Américas e o nível da competição será ainda mais elevado”.

Estratégia e aperfeiçoamento

Os resultados recentes na Argentina indicam que o período entre o ODESUR e as próximas competições será valioso para ajustes e aperfeiçoamentos técnicos. A comissão técnica, em conjunto com os atletas, identificará os pontos de melhoria para a CAT, buscando elevar o nível de preparação e assegurar as classificações para os grandes eventos do ciclo.

O presidente da CBTE destaca que o trabalho é desenvolvido em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), sempre atento às necessidades dos atletas. A entidade busca manter um diálogo constante com atletas e comissão técnica para estruturar as ações futuras. “Estamos ouvindo os atletas, os treinadores, enfim, a nossa comissão técnica para fazer um trabalho que proporcione grandes resultados e conquistas futuras”, conclui Jodson.

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